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Dicas Especiais de Verão:

Especial Cuidados de Verão: Sol, mar e proteção


Alguns cuidados devem ser tomados com a pele das crianças

O verão está perto e é hora de aproveitar a praia, o mar, a piscina e brincar muito com suas crianças, não é mesmo? Mas alguns cuidados devem ser tomados com os pequenos!

Confira algumas recomendações de quando se vai à praia:

A partir de quando a criança pode ir à praia?
A partir do segundo mês de vida é possível levar o bebê para passear no calçadão, por exemplo, mas em horários alternativos, quando o sol está fraco (antes das 10h e depois das 16h).

A partir de quando a criança pode entrar no mar/piscina?
A partir do quarto mês os bebês podem entrar na piscina, mas sempre acompanhados dos pais e ou de um adulto. Opte pelas aquecidas para que o eles possam se acostumar com mais facilidade. Já brincar no mar, o ideal é após os 12 meses. Observe antes as condições de limpeza da água. Com seis meses, porém, os pequenos podem frequentar a praia, desde que em horários determinados (antes 10h e após 16h), em períodos curtos, sempre protegidos pelo guarda-sol, ingerindo com frequência água, sucos ou chás para evitar a desidratação.

Com que idade o bebê pode usar protetor solar?
Somente após os seis meses é que os bebês podem usar o protetor solar. A pele deles, nos primeiros meses de vida, é mais fina que a dos adultos, o espaço entre as células é maior, o que facilita a perda de água e a entrada de substâncias estranhas. O pH também é menos ácido (o normal da pele é entre 4,5 e 5,5, nos pequenos fica por volta de 6,0, igualando-se à do adulto por volta de um ano) e como tem menos anexos (glândulas e pelos), outras funções são prejudicadas. Sendo assim, qualquer produto poderá causar irritações, alergias e até intoxicação.

Após os seis meses, os protetores são liberados. Há os infantis com menos odores ou corantes. Opte por aqueles testados dermatologicamente e com proteção UVB e UVA. Há também os hipoalergênicos para crianças alérgicas. Todos eles você encontra na Proderma. Aliás, é importante lembrar do guarda-sol com tecido grosso, boné, camiseta, evitar lugares que refletem luz e horários de sol mais baixo e ingestão de água e sucos com frequência para evitar desidratação.


O verão e a pele: Todo cuidado é pouco para todos!

"Verão costuma ser sinônimo de sol, praia e calor. Nesta época do ano, é comum que as pessoas desejem exibir um corpo perfeito. Mas apenas isto não basta. Os brasileiros também gostam de desfilar no verão com um corpo bronzeado. No entanto, os especialistas alertam que a estação é um período que exige atenção e cuidados redobrados com a pele. A ação dos raios solares sobre o corpo desprotegido tem conseqüências sérias. O câncer pode parecer uma ameaça distante, mas as queimaduras são riscos iminentes que podem estragar as férias na praia.

A Queimadura

A queimadura se caracteriza pelo contato com substâncias que aumentam a temperatura e provocam a destruição das camadas que compõem a pele. A queimadura tem vários níveis, identificados conforme o tipo de lesão. É difícil encontrar quem nunca chegou à praia e se expôs ao sol por longos períodos, logo nos primeiros dias. Em pouco tempo, a pele fica avermelhada e com sensação de ardência: esta é a queimadura de primeiro grau, tão comum durante o verão.

Os Graus

A lesão da pele na chamada queimadura de segundo grau também pode ocorrer por ação do sol. Neste caso, são destruídas camadas mais profundas. É uma lesão mais dolorosa, com bolhas. É comum que ela ocorra em pessoas que utilizam bronzeadores caseiros. Estas substâncias podem provocar até mesmo intoxicação. A lesão de segundo grau é causada pelo sol e, em 85% dos casos, por acidentes domésticos, sobretudo os que ocorrem na cozinha.

O uso de produtos químicos sobre a pele, sem orientação médica e sob ação dos raios solares, pode ser ainda mais grave, provocando a queimadura de terceiro grau. A lesão é profunda e séria. A queimadura é seca e não há regeneração. Suas vítimas precisam ser submetidas à cirurgia para a retirada das partes necrosadas e a realização de um enxerto. Queimaduras de segundo grau sem o cuidado adequado também podem evoluir para a lesão de terceiro grau.

Fator de Proteção

Um alerta é que o bronzeador nunca deve ser usado, mas apenas os protetores e bloqueadores solares. Mesmo adotando o protetor, é preciso observar o período de exposição ao sol, preferindo os horários com raios mais amenos, registrados antes das 10h e após às 16h. Sem proteção, ninguém consegue ficar sob o sol. Em uma ou duas horas, a pele já começa a arder. O ideal é que a pessoa que acaba de chegar à praia ou que não está acostumada com o sol utilize o protetor de fator 15 ou 20. Depois que a pele se acostumar, pode ser usado o fator 8 ou 10. As pessoas de pele clara, mais sujeitas ao desenvolvimento do câncer de pele, devem usar um fator de proteção a partir de 30. O médico explica que os raios ultravioleta são fortes e penetrantes. Sua ação pode provocar alterações na célula levando ao câncer de pele.

Insolação

Se a pele já apresenta bolhas, uma das características da queimadura de segundo grau, a pessoa deve tomar um banho frio, usar sabonete neutro e buscar assistência médica. Se a queimadura não é muito extensa e profunda, o caso é mais simples. Entretanto, áreas com lesão muito extensa podem levar a algum tipo de agravamento. Nunca se deve colocar produtos caseiros ou pomadas sobre a queimadura. Quando a pessoa apresenta lesão na pele e desidratação, o caso é chamado de insolação.


Alimentação de verão!

O verão é o período no qual altas temperaturas se concentram e os dias são mais prolongados. Por causa da temperatura elevada ocorre uma diminuição do metabolismo basal, pois nessa fase o organismo se esforça bastante para manter a temperatura interna do corpo. Como o organismo nesse período concentra grande parte de energia na manutenção da temperatura corpórea é importante saber consumir alimentos que não irão interferir na energia para a digestão.

A sensação de mal-estar que hostiliza muitas pessoas no verão ocorre pelo desvio de energia para a digestão, fazendo com que a digestão fique lenta e a temperatura do corpo vulnerável. Nesse período também ocorre grande perda de líquidos através do suor fazendo com que o corpo se desidrate com maior facilidade.

Diante disso, é necessário mudar alguns hábitos nesse período para que o funcionamento do organismo ocorra de maneira correta, como a diminuição do consumo de sal, a substituição de alimentos gordurosos e pesados por frutas, verduras e legumes, a troca do sorvete pelo picolé de fruta, a ingestão de cereais, tubérculos e carnes magras, bem como a utilização de gordura de origem vegetal. Convém ingerir bastante líquido antes que se tenha sede, pois a sede é sinal de que o organismo já iniciou o processo de desidratação. Prefira bebidas geladas, pois a temperatura influencia na absorção mais rápida e evite refrigerantes e bebidas alcoólicas. É importante fazer no mínimo três refeições ao dia, com variação de alimentos para que o funcionamento do organismo não fique comprometido.


 

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